🧠 ENENZINHO ADAPTATIVO (Neurodivergentes)
Cada estudante é único. O conhecimento é o mesmo, mas o caminho para chegar até ele pode ser diferente.
⚙️ Ajuste do seu jeito, agora
Toque nas opções e veja mudando na hora. O que você escolher vale para todas as páginas e fica guardado neste aparelho — não precisa escolher de novo amanhã.
🔠 Tamanho da letra
Aumenta o texto do site inteiro, não só desta página.
↕️ Espaço entre as linhas
Linhas mais afastadas ajudam a não se perder no meio do texto.
🔤 Letra mais fácil de ler
Troca por um tipo de letra com traço mais aberto e letras menos parecidas entre si.
🌗 Contraste
Deixa o texto mais separado do fundo.
🧘 Interface simplificada
Tira enfeites, sombras e botões flutuantes. Fica só o que importa, sempre no mesmo lugar.
✨ Animações
Desligue se o movimento na tela atrapalha ou incomoda.
🔊 Som
Vale para os efeitos e para a leitura em voz alta.
🗣️ Velocidade da voz
Para quando a narração vai rápido demais ou devagar demais.
Para quem é
Esta área foi preparada especialmente para estudantes que podem encontrar barreiras na escola — TEA, TDAH, dislexia, discalculia, síndrome de Tourette e outras condições do neurodesenvolvimento.
Mas nada aqui é exclusivo. Ouvir a questão enquanto acompanha o texto, dividir uma tarefa em etapas, ver um exemplo concreto antes da conta, usar uma tela com menos estímulo — isso ajuda qualquer criança. Por isso os recursos ficam abertos para todo mundo, o tempo todo.
O que o ENENZINHO não faz
Não diagnostica ninguém. A plataforma não diz que uma criança tem TDAH, dislexia, autismo ou qualquer outra condição — e isso não é modéstia, é o que a lei determina: a identificação cabe ao sistema de ensino com equipe multidisciplinar, não a um software.
“Você provavelmente tem TDAH.”
“Você é disléxico.”
“Você foi melhor quando a atividade veio dividida em etapas.”
“Você pode ouvir a questão enquanto acompanha o texto.”
Também não existe aqui “aluno visual” ou “aluno auditivo”. Isso vira rótulo fixo e fecha portas. A mesma criança pode aprender matemática com objeto concreto e história com narrativa — a estratégia se adapta ao conteúdo e ao momento, não a um suposto tipo de pessoa.
Como a adaptação funciona
A pergunta não é “ele errou?”. É “por que está difícil, e o que pode ajudar?”. O caminho é sempre o mesmo:
- 👀 Observar — acertos, erros, tempo, tentativas, dicas usadas
- 💡 Levantar hipótese — o que pode estar atrapalhando
- 🔁 Tentar de outro jeito — outra representação, outro nível de ajuda
- 📏 Medir — melhorou ou não
- 🎯 Ajustar — mantém o que funcionou, troca o que não funcionou
E nunca “você está atrasado”. Aluno que precisa de oito exercícios em vez de três não está atrasado — está aprendendo. A frase é sempre “vamos tentar de outro jeito”.
O que já funciona e o que estamos construindo
- Tamanho da letra, espaçamento e contraste no site inteiro
- Letra de traço mais aberto, para leitura
- Interface simplificada, com menos estímulo
- Animações e som que se desligam
- Velocidade da voz da narração
- A escolha fica guardada no aparelho
- Níveis de ajuda (da dica pequena ao passo a passo)
- Outra representação quando a explicação não pegou
- Missões curtas, uma instrução por vez
- Perfil de aprendizagem que muda com os dados
- Painel do professor com o que funcionou
- Relatório simples para a família
Em que a lei se apoia
- Lei nº 13.146/2015 — Lei Brasileira de Inclusão: educação inclusiva é dever, e é vedado cobrar a mais por medidas de inclusão.
- Lei nº 14.254/2021 — acompanhamento integral a educandos com dislexia, TDAH ou outro transtorno de aprendizagem.
- Lei nº 12.764/2012 — Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista.
- Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA) — várias formas de apresentar, de envolver e de a criança mostrar o que aprendeu.